O maior risco da Black Friday 2025 não está no carrinho — está na rota

Para quem trabalha com logística no e-commerce, a Black Friday não começa em novembro. Ela começa meses antes, com uma planilha aberta, um cenário caótico na cabeça e uma pergunta recorrente: como escalar a operação sem perder o controle?

A missão é clara: vender muito, entregar tudo. Mas entre um e outro existe uma distância cada vez mais difícil de fechar. E esse é justamente o ponto de tensão que tira o sono dos decisores logísticos.

A dor não está só na última milha. Está em:

  • previsões que mudam a cada reunião,
  • volume que cresce em ondas,
  • sistemas que não conversam entre si,
  • e principalmente: falta de gente para rodar a operação na ponta.

Segundo estimativa da NTC&Logística divulgada em 2023, o Brasil tem um déficit de mais de 100 mil motoristas de caminhão — e esse número pesa ainda mais em picos como a Black Friday. Porque não importa quanto você vende, se não há quem entregue, você não converte.

Em 2024, o e-commerce brasileiro bateu recorde: R$ 9,3 bilhões em vendas online e mais de 18 milhões de pedidos em quatro dias, segundo a Neotrust. Parece animador — até lembrar que boa parte desse volume se concentra em poucas horas, com cliente impaciente, margem apertada e zero espaço para erro.

Agora imagine isso com equipe reduzida, frota tensionada e turnos estourados.
Não tem WMS ou TMS que resolva sozinho.

O WMS (Warehouse Management System) cuida do armazém. O TMS (Transportation Management System), do transporte. Mas nenhum deles, isoladamente, tem capacidade de tomar decisões logísticas com a velocidade e contexto que a Black Friday exige.
Eles organizam, monitoram, sinalizam — mas não reagem por conta própria. E quando o motorista falta, o trânsito trava ou o estoque acaba em tempo real, falta inteligência capaz de agir — não só alertar.

O desafio real da Black Friday está na capacidade de tomar boas decisões logísticas no ritmo em que os pedidos entram — com os recursos que você tem naquele momento.

Decisores de logística sabem que, quando a operação trava, a frustração explode no WhatsApp do SAC, na taxa de devolução e no post irado no Reclame Aqui. E a culpa raramente é de quem prometeu o desconto. É sempre de quem “não entregou”.

Sua logística está preparada para absorver seu crescimento sem comprometer sua operação, reputação e margem?

Talvez a resposta esteja em repensar o quanto da sua operação depende de pessoas tentando reagir — e o quanto poderia estar sendo resolvido por sistemas capazes de decidir.
Não é sobre automatizar tudo. É sobre automatizar o que não pode mais falhar.

Se você está pensando nisso agora, já está um passo à frente.

Fale com nosso time técnico e veja como outras operações de e-commerce estão se preparando para entregar mais — mesmo com menos gente disponível para entregar.

Martin Kirsch é Diretor de Vendas para América Latina na Maplink, com ampla experiência em desenvolvimento de negócios, transformação digital e inovação tecnológica. Atua na liderança estratégica de vendas e no fortalecimento de parcerias com Google Maps Platform e Google Cloud, ajudando empresas a impulsionar eficiência e inteligência em suas operações. Sua trajetória é marcada pela combinação de expertise comercial e visão tecnológica, focada em conectar soluções de geolocalização, cloud e IA às necessidades reais do mercado.

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